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Última atualização: quinta-feira, 31 de março de 2016 14:25:12
Rede OncoVida Atualizado em 31 de julho de 2014 Câncer

Estado terminal: quando o tratamento não é uma opção

Nas fases iniciais do câncer, o tratamento terapêutico é extremamente agressivo e visa estagnar e curar a doença. Embora apresente muitos efeitos colaterais, os quais comprometem a qualidade de vida do paciente, oferecem a ele e seus familiares a esperança de cura e, consequentemente, do retorno à vida “normal”.

Porém, quando olhamos sob a perspectiva de um câncer em estágio terminal, já não contamos mais com o fator esperança e com a melhora do prognóstico. Mas continuam presente os efeitos maléficos da doença, afetando a qualidade de vida do paciente em todos os aspectos que tangem sua avaliação, em nível físico, psíquico e social.

Nesse estágio, o tratamento medicamentoso de combate à doença já não surte efeito, sendo injustificado seu uso, uma vez que não mais beneficia o paciente e continua a apresentar efeitos adversos, piorando ainda mais o quadro do paciente.

Nessa etapa os tratamentos paliativos, ou seja, tratamentos que não tem por finalidade a cura e sim o alívio dos sintomas, são amplamente utilizados pela equipe multiprofissional na tentativa de garantir a qualidade de vida do paciente.

A equipe de saúde envolvida fica responsável por informar pacientes e familiares sobre a condição de sua saúde, em franco declínio, explicitando os cuidados paliativos passíveis de serem adotados, bem como seu objetivo de garantir a qualidade de vida, além de prestar serviços de apoio psicossocial ao individuo e parentes.

O paciente, quando em plena capacidade de suas faculdades mentais, deve ser ouvido e ter seus desejos atendidos sempre que possível, assegurando que sua autonomia seja preservada, bem como ter suas dúvidas, em relação ao seu quadro de saúde, sanadas. A proximidade com seus familiares também deve ser garantida, devendo estes auxiliar e  contribuir para a manutenção dos cuidados paliativos adotados.

*Texto de Rúbia Carneiro, enfermeira e colaboradora da Rede Onco Vida!

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Publicado em 9 de abril de 2014 Atualizado em 31 de julho de 2014
Comentários desta publicação

  • meu marido esta com um cancer muito agresivo entre o estomago e entestino entre uma pele chamada de acho peuvia existe cura.

    sandra 13 de junho de 2014 às 0:46